domingo, 25 de dezembro de 2011

"A gente engole tanta coisa amarga na vida, por que não comer uma verdura amarga?"

A Nonna me falou isso outro dia. Hoje está martelando na cabeça.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Está na hora de sair de casa, tomar um café da manhã com minha avó, almoçar com meu pai, assistir a um filme com a minha mãe, ajudar minha irmã na atividade de casa, visitar os meus tios, passar o tempo com meus amigos...

Sabe quando você assiste a algum vídeo, seja sobre qual assunto for, e aquilo te toca profundamente? Ou melhor, seja um texto, uma fotografia, uma música... Seja um livro... Aquele livro que perturba seus sentimentos, te deixa inquieto e mesmo assim você tem vontade de ler inteiro assim que termina... Aquele texto que, por maior que seja, você leria todos os dias assim que escovasse os dentes ao acordar... Aquela fotografia que te faria ficar perdido em pensamentos, em pensamentos da mesma natureza, sempre... Uma música que você gostaria de acordar escutando, uma música que te fizesse acordar de verdade. Sabe o problema de coisas que tocam, de palavras e atitudes que calam? Parece que é passageiro, efêmero, ou melhor, os acontecimentos da vida são efêmeros e, às vezes, não costumamos dar um valor real a esses momentos, às vezes nos distraímos com coisas bobas, às vezes nos distraímos com coisas que realmente nos invadem, que nos fazem pensar em coisas que não costumam vagar por nossas mentes, coisas boas... Às vezes, nos enche de arrependimentos, de dor... Dor por saber que não temos um texto, um livro, uma música, uma fotografia, uma oração composta ou simples, uma frase para nos acordar para a realidade, que nos faça viver os dias como últimos ou que, mesmo que não seja vivido como último, que seja ao menos valorizado como sendo único. Bom, agora eu desejo um Henry; não precisa ser para me apaixonar por ele todos os dias, como faz a Lucy... Só para dar um toque especial em cada dia meu, seja com uma fita VHS, seja com um vídeo no iPod, um recado inesperado na minha área de trabalho ou no meu quadro de avisos, uma flor inesperada perto da minha cama e um recadinho especial... Eu desejo alguém que possa me fazer ver que os dias são únicos e devem ser aproveitados para com sua unicidade, e não só os dias, as pessoas, as horas, os objetos, as viagens, as palavras, as imagens, os olhares, os sorrisos, os beijos, os abraços, a vida. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Acumulo estresse

Sabe quando você está com algo para resolver, daí resolve, mas depois aparece algum problema para precisar de uma solução e é sempre relacionado a mesma coisa? Meu dia foi assim... Resolvi. Apareceu outra complicação. Resolvi. Apareceu outra complicação. Resolvi. Agora, bom, estou sem solução... E agora minha cabeça está estourando. Bom, vamos resolver, mas só mais tarde.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Caleidoscópio

Estava sentada olhando para a água do lago, ouvia o vento na copa das árvores e aspirava aquele ar puro. Minhas narinas doíam com aquele cheiro forte. Meus dedos começaram a percorrer a água resultando numa reflexão difusa, como andava a minha mente... Ao lembrar de tudo o que passou, percebi que eu podia sorrir com meus lábios, olhos e corpo, que podia sorrir por inteiro, apenas por ter compartilhado momentos tão bons, aquela euforia que começava e se espalhava num piscar de olhos, ou melhor, se espalhava tão rápido quanto as lembranças chegavam à minha mente, e quanto as lembranças faziam meus lábios se curvarem. E, afinal, por que estava aqui? Sozinha? Sem partes de mim? Pelo meu comportamento? Acho que não... Pelos meus sentimentos? Não, provavelmente não. Pelas minhas palavras? Bom, talvez. Percebi que em alguns dias ele estava sendo capaz de segurar em suas mãos e partir facilmente a minha parte mais forte e frágil. Não se importava com a minha dor, só porque palavras que o farão crescer, algum dia, machucaram-no. Porém, uma coisa que ele não lembrou, portanto não fez questão de varrer por ali, é que aquelas partes se juntariam, fosse como fosse, lá estaria um coração batendo, apertado e frouxo... Ali estaria um coração batendo que esteve assim por ele, que esteve eufórico somente por ele. E, ao juntar cada partezinha, aprendia algo. Aprendia, inclusive, a perdoar por aquilo que doía, perdoar enquanto aprendia a lembrar do passado e colocar em algum lugar paralelo ao futuro, para que algum dia, nossos caminhos se cruzassem novamente.

Primeiro me entreguei, depois esqueci e, ao final, perdoei. Não sei se faria o mesmo agora... Não sei se faria nessa ordem. E você, como o faria?

Vista embaçada

Eu tenho feito um esforço imensurável para estar aqui. (O.k., vou buscar meus óculos.)
Pronto. A imagem já não está tão confusa nem parece tão difícil olhar para a tela quanto quando estou com uma crise alérgica. Agora, bom, vou tentar não escrever uma carta endereçada a um alguém específico que se torna de várias pessoas, ou seja, vou tentar substituir o 'você' por 'ele'.  (Tá, não estou a fim de fazer isso agora, vou continuar com o você.)
        (Acabei me distraindo, então o que eu tinha para escrever, e o sentimento que estava aqui para usar, sumiram. Espero mudar o que estava sentindo e o assunto, na próxima carta. Quem sabe continue a ser o garoto da vitrola aquele que nem espera minhas cartas ansiosamente, quem sabe seja outro alguém. Prefiro não olhar para o nunca agora, pois há um oceano de opções.)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Dicromático

Não gosto de toques superficiais. Prefiro sentir o que toco. A música caminha por meu corpo e move meus dedos. O som guia meu toque e se propaga ainda que haja um erro. Posso fechar meus olhos. Minha paixão por aquilo é tão grande que as horas já fizeram um mapa de possibilidades na mente. O caminho do sonho e da experiência serão turbulentos, mas o esforço e o tempo serão chaves para as portas que estão fechadas ou meio abertas.

Estou sem ideias.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Adiando

Tinha que estudar, mas,  por mais que eu goste de química e biologia, música é muito melhor.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

~

(ele falando) 


Sua risada soava tão bem. Era um motivo para alegrar qualquer dia cinzento. Contagiava. Sua mão macia tocou meu rosto. Seu toque era tão bom... Tentei aproveitar cada milésimo de segundo daquele momento. Toquei sua mão não achando aquele tempo suficiente. Coloquei a ponta de seus dedos em minha nuca e fechei meus olhos. Era como algodão acariciando minha pele, passando por entre meu cabelo - tentando guardar cada parte de mim com um toque -, tocando levemente meus cílios e delineando o formato de minhas sobrancelhas, das maçãs de meu rosto, dos meus lábios. Demorou tantas lágrimas, tantos risos, tanta saudade, tantos quilômetros, tantas lembranças... Talvez ela sonhasse com aquilo, talvez ela soubesse como é sentir aquilo por tanto tempo, lembrar do toque. Foi algo tão natural, tão leve, tão único, que estive esperando durante tempos.


domingo, 23 de outubro de 2011

~

Sabe, deu vontade de... Ah, sei lá. Eu não sabia o que fazer. Mas segurar a mão dele bastava, tipo, só pra ele saber que eu estaria lá para o que ele precisasse, sabe? Vou passar a ser mais carinhosa com ele... Deixar essa coisa de ficar com ele de lado. Haverá outros... (01:01) Luíza Jalil: E ele será insubstituível como é agora.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Pitanga

Preparei-lhe um recado.
Fiz um mapa em minha cabeça.
Coloquei em um envelope não o meu mundo, mas uma das minhas fontes de comunicação e, junto a ela, um bilhete.

"Botão central. 1992. 7. Hoje, às 13h42"

              Lá estava sua caixa de saída.
              Fiz o que ela achou que eu nunca fazia.
                                     
                                   "Você nunca o deixou escapar como eu deixei. Não fui à despedida dele e eu quem passei noites e mais noites chorando, morrendo de saudade e sonhando em ver, abraçar e beijá-lo, escrevendo para ele. Ele foi o único que fez meu coração parar... O único. Ele foi o único que já teve meu coração mesmo... Os outros foram paliativos da solidão. O único que fez minha respiração parar... Que me prendeu, me teve. Ele até sabia, mas com a imaturidade da época, me fez muito mal. Não ligo se vai ser à moda antiga ou de um jeito moderno. Ligo para se vou, ao menos uma vez, tocar meus lábios nos dele... Se vou fazer bem a ele... Se vou prender a atenção dele... Se, ao menos uma vez, tudo o que sonhei acontecerá..."

              Isso sempre esteve lá... 


Estive todo o fim de semana sem meu celular... Mas tudo bem. Ele poderia aproveitar cada pedacinho de outra coisa que era minha e estava sob sua posse. Poderia passar os dedos por aquelas teclas em que toquei tantas vezes.
Manhã de segunda-feira. Eu estava tranquila. Sempre há aquele pensamento: Ah, hoje deveria ser feriado, ou, não deveria ter aula, mas...
Cheguei e me acomodei em minha cadeira. Era um dia normal.
Tocou.
Os alunos demoraram um pouco para entrarem na sala, sentarem e estarem prontos para a aula. Sua cadeira estava vazia. A primeira aula não começou importante e pelo ritmo que ia, terminaria sem importância. O porteiro me chamou.
O corredor tinha um cheiro incomum de flores


– Ei!
– Ah, oi.
– Toma – tinha meu celular de volta.

– Então, eu preciso assistir à aula...
– Ok. 

Enquanto eu voltava para a sala, ouvia-o me seguir. Toquei a maçaneta, e ele permaneceu parado, observando-me. Abri a porta. Senti um toque macio em minha mão, e ele me puxou para si... Deu-me o abraço que estive esperando todo o tempo. E acariciou meus cabelos, puxou meu rosto para junto do seu e, finalmente, estivemos tão perto quanto desejei. Como se fosse o primeiro. Ficamos abraçados por mais algum tempo... Como se fosse preencher a falta que ambos fizeram.

– Por que você guardou isso?
– Não guardei... Eu te falei, mas você não deu importância.
– Desculpe-me.
– Você foi o primeiro e único que amei.
– Aonde estão as cartas? 
– Guardadas em algum caderno que suportou meu desabafo.
– E as lágrimas?
– Estarão sempre em algum lugar dentro de mim.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

...

Via-se dor, tristeza e preocupação em seu olhar. 
Ela nada fazia a respeito... Nada além de esperar.
Olhava um ponto fixo, que nada faria em relação àquilo.
Aos poucos, passos leves atravessaram a sala.
Passos que pertenciam a quem, logo mais, tocaria seu ombro e diria:
– Está tudo bem. Tudo ficará bem.
Ela gostava daquilo... Seu conforto, sua segurança... Amava.
Amava-o.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Saudade' 16 de Maio de 2010


           É, eu tenho tentado ser forte e sei que você também. Sinceramente, alguns dias atrás você era a razão pela qual eu acordava sorrindo, na qual eu dormia pensando e sempre vivia em meu pensamento e nos meus sonhos. Eu não queria que você partisse da mesma forma que você não queria partir. E você nem me deu tempo para me despedir, seu sorriso, seu olhar, suas palavras, são do que mais eu sinto falta... Queria voltar no passado para aproveitar todas as coisas que "tivemos" juntos, queria voltar e ver novamente aquele sorriso que eu tanto amo. E eu pensei que não, não sentiria saudade, eu tentei ser o mais dura e ignorante o possível para não notar que eu sinto a sua falta, e é diferente agora, você se torna uma lembrança e eu quero ver mais uma vez seu sorriso, quero que ele passe somente de uma lembrança e um desejo e seja novamente verdade, quero seu abraço, quero te perguntar mais uma vez como vai, quero a sua confiança, eu quero a segurança que você transmitia, para que nunca mais eu ache que enquanto você estiver presente, mesmo que 'no coração', eu vá cair.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

Acho que sempre terei esta saudade presa dentro de mim! - Junho de 2010

Estou com saudade de ser criança, de não me preocupar com nada, de realmente viver a vida como tem que ser vivida, ou seja, esbanjando felicidade por todos os lados.
Estou com saudade de acordar cedo, olhar para a imensidão do céu azul que alegra meu dia e sair correndo pela praia enquanto sinto a areia tocando as pontas dos meus pés, me jogar na água verde-azulada daquele velho mar, de descer aquele velho morro rolando e sentir o sol quente no final da tarde, enquanto vejo os golfinhos pulando. 
Realmente estou com saudade de passear de barco vendo aquelas criaturas acinzentadas seguindo o ritmo do motor, de passar a tarde quente mexendo na areia cinza e pegar estrelas do mar. 
Estou com saudade de sorrir enquanto como aquele bolo de chocolate e sinto a maresia. 
Saudade de deitar naquela velha rede azul e balançar-me com um braço enquanto vento frio me ajuda.  Saudade de ver aquele velho farol que fazia a minha alegria depois de horas de viagem. 
Saudade de tomar sacolé sem me importar se estou grudenta e melecada. 
Saudade de comer aquela cocada enquanto aprecio novamente o dia e espero impaciente para ir à praia. 
Saudade do churrasco toda noite, enquanto toca Adriana Calcanhotto, Marisa Monte, Caetano Veloso.
                    Saudade de férias. 
                                  Saudade de sol. 
                                        Saudade de mar. 
                                                Saudade da minha casa tranqüila e de passar um tempo com minha família. 


13/05/2010

             Meus pensamentos se confundem, enquanto eu tento achar um sentimento que descreveria o que eu sinto, é como uma tristeza, mas que passa rápido, é como uma lembrança do que nunca aconteceu, é como um amor que eu não quero sentir, mas que persiste. É a saudade que eu sinto do seu sorriso, do seu triste olhar, dos seus abraços, de quem você é. 
            A saudade que indica que agora há uma distância, a distância que não pode ser quebrada no mesmo momento que se precisa, a distância que ninguém quer de quem ama ou de quem gosta, a distância que não nos agrada, a distância que mostra que nenhum coração é de pedra, então começo a ter pequenas recordações das suas mãos, do seu sorriso, da sua voz e dos seus olhos, e tudo que aconteceu fica marcado em minha memória, porém a sua imagem continua sendo cinza e borrada como a tristeza que provocou no último momento que me disse uma coisa que realmente me fez pensar e no último olhar tristonho que trocamos, queríamos fazer tudo enquanto não fazíamos nada, queríamos ser um, porém, continuamos sendo dois muito diferentes, e, novamente, as folhas do outono caíram e novamente as estações não agradaram o meu gosto.

"O mês está começando. E cheio de promessas!"


Sentindo isso e também que falta força de vontade, porém, novo mês, espero que novas atitudes, novos momentos, novas sensações! 

sábado, 1 de outubro de 2011

Será minha aceitação ao que estava escondido de mim, dentro de mim, todo o tempo?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Homogêneo

O abismo das respostas.
O breu à minha frente.
Algo crescente.
Não se pode ir contra.
Afinal, não se muda passado.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Dias em que estive me iludindo, e em que te esteves mostrando algo que quer que eu seja.

       Você acha mesmo que não abrir a boca para reclamar é o mesmo que não ter críticas a fazer?
Eu tenho consciência de tempo. O tempo que passou foi suficiente, mas, não aproveitado, portanto, por mais que me incomode, que me machuque, que me exploda, não, não é suficiente para criticar, não a ti, não com o que sei de ti... Ou melhor, com o que não sei. E, sinceramente, me incomoda.               
      Agora o que sabe sobre mim é suficiente para isto? Não quero que me explique, quero que se entenda, que te fique claro o motivo. Importar-se? De que falar isso adianta? Reclamar da imaturidade? De que isso adianta? Reclamou. Beleza. Agora a reclamação que fizeste, para mim, foi em vão. Não me mudou. Mudou minha opinião sobre você. Minha opinião sobre você vive mudando, porque conheço partes que não conhecia. Às vezes, me surpreendo... Não há por que esclarecer. Se é surpreender de boa ou má forma... É surpreender. 
     Não vou (perder) usar meu tempo com críticas que eu sei que serão em vão, vou usar meu tempo te conhecendo e te ajudando, para que quando surgir uma crítica, ela seja, de fato, ouvida; e você possa, de fato, confiar para saber que não é em vão, que não estou brincando e que te conheço suficientemente bem para te criticar.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Há um mês vagando pela mente.

Era como estar perdido;
Como estar no escuro;
Como não ser;
Eu pude observar quão perdido estava nos pensamentos;
É difícil, eu sei... Ou melhor, eu não sei, mas imagino;
Sei quão difícil é sorrir estando triste,
E seu sorriso... seu sorriso implorava alguém.
Naquela noite, consegui manter minhas palavras dentro da boca.
Gostaria de perguntar, de falar sobre, de saber, mas nada se propagou no ar.
Gostaria de ser o apoio que precisavas, mas não fui.
Não fui por causa da minha boca, que se manteve fechada.

sábado, 10 de setembro de 2011

1

Você fecha os olhos e pode se sentir um pouco perto do que eu sinto, do que eu não vejo, mas não vê o que imagino. Não sabe quantas vezes eu gostaria de saber o azul diferente de leveza, tranquilidade, clareza e calma e ver o céu azul.
Você tapa os ouvidos e pode tentar sentir o que sinto, não ouvir, procurar o agrado por meio de outros sentidos. Não sabe como eu gostaria de ouvir minha própria voz e poder gritar, mais fácil que fazer outros sons por atenção, também não sabe como eu gostaria de ouvir a voz de outro alguém e a música.
Você senta numa cadeira de rodas e acha divertido brincar nela, deixar as pernas descansadas um pouco, virar-se como possível. Não sabe como eu gostaria de caminhar, sentir a areia nos meus pés e as ondas quebrando na ponta dos dedos.

Áreas diferentes (nos) me chamam a atenção. Gostaria de entrar na mente de um cego e saber como é seu mundo sem todas essas diferenças estabelecidas e sem, muitas vezes, a beleza que a diversidade nos proporciona. Eu provavelmente gostaria, se fosse surda, de ouvir a voz de alguém de quem eu gostasse. Se estivesse "aprisionada" a uma cadeira de rodas, gostaria de andar, de me virar sozinha com tudo, de saber a sensação boa de praia. Enfim, eu gostaria de ser diferente, por pelo menos alguns instantes, só por uma ocorrência para ficar na lembrança. E você? Há pontos bons e pontos ruins, precisamos aceitar e aprender a conviver. 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Amar

Sabe quando você não tem certeza, mas aperta no botão mesmo assim? Ou aperta acidentalmente? É, né?!
                    
             Um oi, não significa, necessariamente, que você precisará continuar uma conversa, assim como um sorriso não significa, necessariamente, que você precisará começar uma; questão de educação.
                                Mas um "tudo bem/como vai?" normalmente significa que se houver um problema, você estará lá para ouvir, será um ombro, um conforto. Assim como um "eu te amo" significa que a pessoa para a qual você disse isso significa algo para ti, que você apoiar-la-á, que serás um ombro amigo, que compartilharás bons momentos, que serás alguém em sua vida, que terás saudades, que pensarás nela... Você terá várias chances para mostrar que o seu eu te amo é verdadeiro, também haverá vezes em que será "testado". 
                                      Sei como é a necessidade de dizer que está lá, que pode ouvir, que pode argumentar e sei, também, como é a necessidade de dizer que ama. É uma vontade que mata. Palavras que querem sair de sua boca ou ser escritas por seus dedos, até por seu olhar. Valor. Dar valor ao 'eu te amo', chega de banalizar essas três palavras que significam tanto.

domingo, 4 de setembro de 2011

Ondas

       Antes, a sensação era de que chegar à sexta-feira sem estar um segundo contigo, sem te olhar nos olhos, sem te tocar, seria uma eternidade, realmente foi, naquele dia, mas o que eu sentia era urgência, era desejo, necessidade... Havia muita coisa, coisas que seriam perceptíveis somente com um olhar. Hoje, há desejo, há preocupação, mas há paciência. Há alguns dias, tem sido mais fácil dormir, tem sido melhor pensar em você antes de dormir, me faz dormir mais rápido, me faz acordar sem saber se estava dormindo ou sonhando acordada...
       Depois, há dúvida em minha cabeça, há confusão, há o desconhecido. Uma vontade de saber se o que haverá dentro será desconfortável, como sempre, ou se será bom, algo diferente, algo novo, algo seu. Sinto que sentirei algo bom em teu abraço, algo que me fará não querer te soltar nunca, de não querer ir e desejar teus braços.


Tenho medo de te perder. Gostaria que não fosse em vão, mas parece que será..

Comprando Livros

( ) Curso de Xadrez - Volume I
(/) Como Pensar em Xadrez
( ) Manual Completo de Aberturas de Xadrez
(/) Borboleta de Papel
( ) O Amor do Soldado
( ) As Formigas
( ) Sorvete para Todos os Gostos
( ) Ilustrado dos Instrumentos Musicais

        Bom, hoje fui à livraria, como previsto, a continuação da série Georgina Kincaid, que estou lendo, ainda não chegou, mais precisamente, não achei Succubus Shadows, enfim, a lista acima é o resultado de alguns minutos na livraria... Isso depois de olhar muito mais, escolher outros livros, inclusive livros que eu queria quando saí de casa, mas acabei não querendo mais. Decidi que está na hora de algo diferente... Os últimos livros que li falavam sobre seres imortais, homicídios e algum casal. Cansei disso. Hora de mudar um pouco, então comprei dois livros: um sobre xadrez... Estava querendo comprar há algum tempo, ou melhor, quando resolvi que melhoria as minhas habilidades e, bom, minha relação com o xadrez, esses dias, esteve muito ruim. Vou tentar melhorar, porque, afinal, tem um campeonato daqui um tempo, nem sei se vou, mas...; e o segundo é sobre uma borboleta de papel - depois tiro minhas conclusões sobre o livro. Depois dos dois, vou ver os que estão na minha estante há tempos. 
       Ah, uma coisa que lembrei: uma cena bem interessante que vi hoje, foi um menino lendo sentado no corredor. Isso não é uma coisa comum, mas é legal quando a gente encontra essas coisas. Faço coisas desse tipo, às vezes. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

domingo, 28 de agosto de 2011

1: Vamos sair antes que meu período de avaliação do Lightroom acabe.
2: Acaba quando?
1: De hoje para amanhã 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

5

O outro lado da janela. Olho para o lado de fora apenas por olhar, enquanto noto as gotas escorrerem na janela. Está tão frio. Mais um semáforo, mais pedestres andam na chuva. Seus passos apressados são engraçados. É difícil ver seus rostos. O som da água é prazeroso, por mais que não possa ouvi-lo, apenas lembro... Lembro de você, de como seria prazeroso te olhar fixamente, te ouvir, sentir sua carícia em minha nuca. O branco da faixa de pedestres dói nos olhos. Sua panturrilha, tenho certeza de que é a sua. Lembro de algumas vezes em que errei, mas contigo, não errarei, não agora, não hoje. Abro a porta e ando na chuva. Grito seu nome. Você escuta. Corro para junto de ti, para estar em teus braços e olhar em teus olhos. O prazer do meu tênis na água, do banho de chuva, do calor da luz. Só nós dois entre tantos outros. Não quero perder isso. De esquecer do mundo contigo. Que bom abraço, que bons braços. Te olho, que olhos bonitos, profundos. Alguns que esperem, mas já não posso aguentar, ao menos "roubo" um pouco do seu calor. Não sinto frio. Ouço meu coração pulsando. Sinto a adrenalina, e um sorriso brotando no rosto. Você não é igual ao que esperava... É melhor. Não são mais pixels. É você, de carne e osso. Não são necessárias palavras. Um toque. Nossos lábios colados um ao outro. Seu aperto firme, como se não fosse soltar nunca mais. Separados; ainda assim estaríamos juntos. Aperto sua mão. Mais um sorriso que me acompanha. Não me importo com a roupa molhada. Caminho como se não existisse gravidade e te vejo ir. Ir outra vez, mas desta, bom, não foi em vão. Nada é em vão. 

Verdade? Foi mesmo verdade? Um sorriso cresce em meus lábios. Nada de comentários, só pensamentos, só prazer, só você.

domingo, 21 de agosto de 2011

Depois de algum tempo

Há tempos não percebia como a lua é bonita... Como o céu tem estrelas... Como o mar é imenso... Como eu tenho amor para dar.
Mas amor não é uma matéria que consta no meu boletim. Só muita dor, angústia e arrependimento me farão entender. E não haverá mais sorrisos de manhã, não haverá quem me faça sonhar acordada, dispersar-me do mundo, seja a única pessoa com quem não consigo ficar estressada....
Um machucado para o qual não há band-aid suficientemente grande. 

Sufoco.

A noite está apertando-me. Falta de vontade de amanhã.
Um abraço seu resolveria... Seria suficiente para afastar a dor...
Você é suficiente para mim.

                                b              

Depois de algum tempo você aprende a aproveitar papeis usados; que o amor não dura muito se não for cuidado, pois é frágil; que só alguns conseguem afastar o que lhes faz mal... Mas que nem todos aguentam o tempo.
Acomodam-se à rotina... Aprendem a mentir. A esquecer. A aguentar coisas que incomodam. A adiar. E isso incomoda quem não é acostumado.

(Há umas 13 horas.)

Metade - Adriana Calcanhotto



Sozinho - Peninha


Fico Assim Sem Você




Até tentei o fá com pestana. rs

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Mais 'só uma lembrança do que passou'.

Duas badaladas. O tic-tac do relógio indica que o tempo está passando.
A água escorre. Energia é gasta, fazendo com que a mesma água circule.
Os carros passam na rua. Ouço seus motores. Indica que alguém, de vida ativa, ainda anda pelas ruas, coisa que não é surpresa numa noite "de sábado".
O terceiro movimento da Suíte bergamasque não ajudará a colocar meus pensamentos lugar ou esclarecê-los, só é bom deixar que a música carregue. Deixar que a alma dance. E que a mente esqueça. 

Não sei. Parece uma besteira criar algo ou esconder algo de mim, em minha própria mente.

De novo aquele sentimento de explosão dentro de mim e é por sua causa.

Você me tira do centro; me faz flutuar; me faz perder a noção do tempo; faz o amor pulsar na artéria; não faz mal... Só faz doer não poder estar contigo, não saber estar contigo, não saber te fazer bem. Não sei por que ainda insisto. Quando você pensa em desistir, é quando eu penso em continuar. Quando você quer, eu não sei ao certo. Por que não posso gostar ou "desgostar"? É tão simples. Eu só não quero que você vá. Que acabe do jeito que deveria começar por começar do jeito que deveria terminar...
Ter o pensamento em você é algo que minha cabeça decidiu afastar de mim... Afastar só para não admitir que eu quero. Ai, ai. É uma resistência. Um escudo que criei para não sofrer, e se você for mais uma exceção? Não sei...

Gostaria de saber quando aprendi a dividir minha cabeça. Me fazer vilã de mim mesma. É tão confuso para mim... Por certo, é confuso assim para você... É complicado. Mas se for parte do futuro, provavelmente será bom. Finalmente haverá uma liberação de tudo. Haverá um aproveitamento de tudo de que fomos afugentados, de tudo que nos afugentamos... que eu nos afugentei*. Sinto em dizer isso, mas sou, sim, a errada nisso tudo; a vilã; a que fez não dar certo. Ou melhor, sou 99,9% das vezes...

Só queria que ficasse claro. Que eu entendesse e pudesse te explicar, ou apenas que entendêssemos... É difícil amar. É difícil amar colocando dificuldade*. É difícil amar do jeito que estou tentando fazê-lo. Ao menos não é um amor gritante, é um "amor" seu e meu.

Já está na hora de compreender e aceitar. Agora, neste momento, aceito nossas diferenças... Aceito conviver com elas, e mesmo que estejam presentes, tentar fazer dar certo... Ou, ao menos, fazer valer a pena.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Novo tempo

                  Bom, quero mudar. Não só quero, como preciso. Comecei a fazê-lo há algum tempo... Tirei as roupas do guardarroupa, separei as que não uso, escolhi uma direção para os cabides, arrumei os livros, mas não foi suficiente, até por ter me deixado interromper por coisas bobas, coisas que não parecem durar, não até agora... Esse é o problema do que achamos que é amizade hoje; até tentamos nos censurar, mas aos poucos nos deixamos levar pela vida, enfim, continua a mesma coisa de antes, só que em outro momento. Não importa o tamanho do erro cometido, é um aprendizado e, afinal de contas, estou aqui para aprender. Então, hora de mudar os móveis de lugar, comprar outros livros, estudar, usar mais palavras, escrever mais textos, ler e aprender comigo. Esquecer um pouco do que me incomoda, esquecer um pouco do que não anda fazendo bem. Lembrar do que preciso. Saber mais o que quero. Pensar. Está mesmo na hora de pensar mais e decidir melhor sobre o que há de ser feito. Então é hora de tentar liberdade, tentar respirar outro ar, tentar viver mais, tentar lembrar mais, tentar acordar com mais vida, tentar dormir cedo. Talvez eu vá me ausentar um pouco da internet, afinal de contas, preciso disso, mas só talvez. Felizmente, há lápis e papel. Vou tentar colocar o blog, meus estudos, meus pensamentos, minha cabeça, minha rotina e minha vida em dia. Se der resultado, bom, se não, paciência.

domingo, 7 de agosto de 2011

É. Depois será só um texto. Uma lembrança do que passou.

                 Estive pensando em nós dois... É muito tempo. Um tempo desnecessário. Uma espera ilógica. Falta pelos dois lados. É menos um amor. É menos nós dois. É menos muito. É muito para depois.
                Agora talvez não seja o momento certo para escrever... Parece que estou muito longe da realidade. Num falso mundo. Num acaso. Parece que o momento parou no instante x. Não há alguém para me beslicar... Parece que não estou acordada... Estou só pensando em nós dois, em como eu te quero, e em como você foi o único que me fez sentir vontade de abraçar a tela do computador e aquele desejo flamejante de que isso se materializasse. 
                Não sei. Parece incorreto... Tenho tanto medo de te machucar. Pareço não saber o que quero, mas flutuei no seu olhar e isso me encheu de vontade de estar perto de ti, de te abraçar, de te beijar, de te ter ao meu lado. E bom, escrever e publicar isso, talvez não seja o certo, mas é uma forma de libertar tudo o que está preso aqui dentro de mim: aquela vontade de chorar, até que as lágrimas virem vento; de gritar até que não haja mais voz; de te apertar até não ter mais força; de te amar até não poder mais, até ser infinito; de te devorar com os olhos; te apertar contra mim; de me hipnotizar com o seu cheiro; vontade de ter você como travesseiro. 


Parece que vou explodir.


Há tanta coisa dentro de mim. Há tanta coisa que ainda não começou. Há tanto tempo sendo desperdiçado. Há tantos sorrisos privados. Há amor. Há dor. Será que acordarei assim amanhã: te amando, te desejando e não tendo a ti, como estou agora? 

As dúvidas estão me consumindo, me inundando, tendo cada espacinho de mim.





sábado, 30 de julho de 2011

Ele: Pode parar. Você já feriu meu coração. Sua feridora de corações.
Ela: Você feriu o meu mais ainda. Não te deixo mais me cativar.
Ele: O que foi que eu fiz? A única coisa da qual sou culpado é de te amar.
Ela: Não vale. Só por você saber escrever.
Ele: Eu escrevo pouco e mal. Só para enfatizar.
Ela: Só para ironizar.* Eu curo a ferida do seu coração amanhã. Falar em coração, sabe uma coisa que gosto de fazer?
Ele: O quê?
Ela: Ouvir o coração dos outros. (No sentido literal)
Ele: Sua ouvidora de corações psicótica.
Ela: :(
Ele: Pegue um aqui. Tá batendo, viu?!
Ela: Tá muito longe.
Ele: "Minha única culpa é de amar-te mais que qualquer coisa, e sua única culpa é me ter feito me apaixonar tão perdidamente por você"

sexta-feira, 29 de julho de 2011

19/07

Parei para ver e consertar o que anda me incomodando.
                         - As roupas jogadas no sofá.
                         - Os cabides que não têm direção certa.
                         - Os produtos que estão no armário, mas nem suas funções sei.
                         - O humor que eu nunca tenho.
                         - As palavras que nunca falo.
                         - Os sorrisos que não ofereço.
                         - O amor ao qual não me entrego.
                         - As dúvidas em que mergulho.
                         - As atividades não feitas.
                         - As tardes não perdidas com o estudo.
                         - As palavras que não aproveito.
                         - O cuidado que não tenho com a pele.
                         - A demora para sair de casa.
                         - Os avisos que não ponho nos quadros
                         - O olhares que não faço questão de usar.
       E, por fim:
                         - As falsas amizades

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ações e Reações

Eu, sinceramente, gostaria de saber quando que eu passei a fazer parte da parte do mundo que se importa, mas não fala. É como se não fôssemos iguais. Como se as palavras de um pregador que vi numa praça no Rio sejam, de fato, algo vivo. Ele dizia que casais com pessoas de mesmo sexo não poderiam ser uma família; que família é a mulher em casa esperando, com seu filho, seu homem voltar. Eu totalmente discordo. É um problema.  O que mais há no mundo é desigualdade, preconceito. Para mim, pouco importa a cor, o sexo, a escolha sexual, a origem. Ah, por favor. É por isso que o mundo está como está. Cabeças duras. Ignorância. A realidade que escondemos de nós mesmos é a que está aqui, presente. Não adianta mentir, não adianta tentar. Cada um faz sua escolha. 
Já ouvi alguém que eu amo ser agredido verbalmente e eu fiquei calada, não por não querer falar, mas por não ter coragem suficiente. Vi uma menina com frio, não sabia o que havia em sua vida, mas minha vontade era de lhe dar uma camiseta seca, que era pouco pra mim, olhei, pensei, mas não fiz nada. Tive uma opinião, mas não a expus. Havia um piano, queria, mas não o toquei. Havia uma boca, queria, mas não a beijei. Havia um corpo, queria, mas não o abracei. Havia um teatro, eu queria, mas não interpretei. Havia uma música, mas não a dancei. Havia uma cama, mas nela, não dormi. Eu queria, mas não precisava. A questão é que foi uma total ignorância de minha parte não viver, não agradar, não ser, pelo simples fato de não precisar, só querer. É, eu te quis, mas não precisava de você. Eu quis escrever, mas não precisava guardar, ou expôr. Eu quis aprender, mas já sabia algo. Eu quis viver, mas não precisava de nada daquilo, por isso, deixei a vida ir. Deixei-a ir sem dar Olá, Bom dia, Boa noite, sem me desculpar. Sei o quanto as pessoas ficariam gratas, mas as palavras ficam presas. Por isso, quando meu bom humor aflora, pareço radiante. Há algo palpitando. Há alguém suspirando, mas há mais sorrisos. Há mais honestidade. Há mais espontaneidade. Há mais vida. 

domingo, 10 de julho de 2011

Jogo da velha

O peito está menor que o coração.
                      Ainda posso contar nos dedos. Talvez o sinta, talvez não lembre, mas sua voz ainda faz-se presente em minha mente. Estive arrependendo-me desde aquele dia em que ele esperou uma ligação que não fiz. Irresponsabilidade. Lembro a cor, o cheiro e a moldura do papel, mas não lembro o número.
                  Lembro de seu nome, suponho seu sobrenome. Sempre que o "chegar perto" parece aparecer, volto à estaca zero. O que eu quero é te encontrar. Um olhar. Uma palavra. Nunca o esqueci. Não nos 7 anos que já se passaram. Os dias que passam parecem segundos perdidos, segundos em que eu te amo cada vez mais. A dor de não ter-te perto; não te ouvir; não te sentir, há de passar. Há de passar num dia em que eu hei de te amar mais do que amo agora. 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Não posto há duas semanas... Numa delas eu estive viajando, por sinal foi uma boa viagem. E noutra, eu ando me perdendo nas horas. Confundo os dias... Se é que sei em qual dia estamos... O recesso é muito bom. Muito bom mesmo, mas somente quando você não gosta o suficiente do colégio e de quem estuda contigo, ou de ir ao colégio em quase todo santo dia que Deus dá. É, não tá muito boa, ou melhor, está péssima. Só não estou com paciência para terminar as outras que comecei a escrever, mas daqui para o final do mês, tenho fé que termino.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mesmo depois de tanto tempo, ainda lembro da tua voz.
Lembro de quando você estava ao meu lado.
A saudade ainda aperta o peito e o choro continua preso na garganta.
Mesmo depois de tantas mudanças, provavelmente te reconhecerei.
Nem sei por onde andas, na verdade, sei que aqui dentro, em minhas lembranças, você continua com seu sorriso.
Depois de tanto tempo...
Nunca te deixei.
Nunca quis te deixar.
E você continua a ser parte de mim.
Quem sabe até hoje espere a ligação que não fiz.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Sabe, eu gostaria que fosse como antes. Como no começo. Quando o amor parecia real. Quando não parecia indiferente tanto para você quanto para mim.

sábado, 18 de junho de 2011

Linda Rosa

Nossa o show foi muito bom. Muito mesmo. Depois, fui à casa de uns tios meus e nossa a comida estava E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R!

Poxa, eu pretendia colocar um vídeo que gravei dedicado ao Lu, te amo, tá? Mas não está funcionando. Enfim, vou estudar porque tenho uma prova (amanhã) hoje bem cedo.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

As pessoas cansaram de brincar só com o tempo... Também brincam com os sentimentos e com o respeito.
Nem parece que estive aqui há pouquíssimo tempo. 
Anda tudo tão corrido. 
Tão complicado.
É, véspera de recesso, aguenta. 
Estou evitando ao máximo voltar a estudar, então vim postar qualquer coisa. Acho que até guardarroupa eu decido arrumar, quando preciso estudar. É, evito ao máximo; por quê? Não sei. 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Previsões

Minha suposição? De que será como sempre. Você estará frente a frente com quem algum dia amou e te amou. 

               A olhará da cabeça aos pés. A raiva pulsará em tuas veias. Os pensamentos confundirão em sua mente. Você estará torturando-se, perguntando-se como... como pôde fazê-lo, como pôde amá-la. Ela não reparará na verdade que teus olhos escondem, mas os amará; os guardará para sempre, afinal, é o que ela tem feito todo este tempo... tem guardado, tem pensado, tem convivido com cada pedaço da única imagem que tem de ti. E você estará desconsiderando todas as possibilidades sugeridas anteriormente... tanto a você quanto a ela. Embora deixe-se perder na profundidade de seu olhar, não consegue considerá-lo seu. Não fará nada além de apresentar um falso sorriso - que ela julga verdadeiro. Depois deixará claro que ela é considerada um mero paliativo. 

Se sempre é assim, por que com você seria diferente?
Por que seria um amor diferente, se nem o significado, nem o uso da palavra é verdadeiro no presente? 

domingo, 12 de junho de 2011

DANCEI

Se a realidade fosse assim, pudesse ser tratada como fotos boas ou ruins. Ah, seria muito falsa.

Devaneios

                 Às vezes parece ficar mais difícil. Às vezes parece que meu peito vai explodir. Quem dera te amar de uma forma normal fosse a realidade. Mas quando não há exatamente uma imagem real, quando algo é fictício e palpável, o que se pode fazer? Simplesmente esquecer ou amar cada vez mais? E inúmeras vezes pego me perguntando se é, de fato, existente. Se não é só mais uma invenção de uma mente confusa. Se não é algo proposital para que haja sofrimento. Se para você é ao menos verdadeiro como é para mim. Ah, sei lá, a profundidade do teu olhar; o reflexo da tua alma; o tamanho da tua dor... Ainda parecem tão distantes. Será que por tamanha ser a distância, procuro um refúgio, um lugar onde possa me sentir segura, junto a teus braços; junto a ti.
            Será a ingenuidade teimando habitar um lugar ao qual não pertence? 
            Calma, já não é algo que eu consigo ter aqui. O coração bate mais forte. O corpo entorpece. A ponta dos dedos congelam. Minhas pernas ficam trêmulas. Como? Como você consegue fazer tanto comigo, ainda que com pouquíssimas palavras. Ainda que não esteja sóbrio, eu vejo a sinceridade em sua fala.

domingo, 5 de junho de 2011

Ilusão

            Teu ombro era o aconchego durante o cochilo e suas mãos esquentavam as minhas, enquanto o jazz enchia nossos ouvidos. Logo chegamos. E nossos sorrisos continuavam sinceros. Havia tanta saudade em meu peito. Mais tarde, meus dedos doíam devido as cordas do violão, mas meus olhos nunca cansariam de ver-te. 
              Noutro dia, podia sentir seus dedos acariciando-me o pé da orelha e afastando meus cabelos do rosto. Podia sentir teus lábios em minha testa. E tuas mãos junto às minhas. O vento tocava minha pele descoberta, porém, o calor que seu corpo emanava, era suficiente para que não sentisse frio. E era tão bom compartilhar um céu tão bonito com alguém tão amado; o prazer era infinito. 
                 De alguma forma, você apenas pisava em minhas pegadas. Não precisava de palavras. Eu não queria palavras, e você soube bem como fazê-lo. Esperou o quanto foi preciso. E não falamos nada. Estar ao seu lado era suficiente para afastar a angústia e o mau humor. Esperava algo repentino passar, enquanto via o tecido da rede balançar de um lado ao outro. O olhar fixo no nada. Mãos paradas; ao seu alcance. Tocou-as. Agora meu olhar estaria fixo em você. Seguido por teus lábios colados aos meus. 
Bom lugar; boas pessoas; boa música; ótimo domingo.

sábado, 4 de junho de 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Et cetera

A verdade vazia: cansa e dói.
Chega de ter 10 agendas e 5 textos. 
    "     de relacionamento sem amor.
    "     de amizade sem confiança.
    "     de mentiras.
    "     de ilusões.
    "     de cegueira.
    "     de andar em círculos.
    "     de uma vida vazia
    "     de não aproveitar o que há.

Por quê?
Por que desperdiçar a chance?
Por que, se somos tão jovens?
Por que estar nervoso, se logo vai acabar?

Não adianta mãos geladas. Acredite em si. 
Deixe de lado que não lhe apetece.
Coloque alimentos saudáveis em seu prato.
Veja o que mais pesa na balança.

Pense.

Por que machucar um "coração" que já foi machucado antes? 
A preço de quê? A preço de nada.
A preço da hipocrisia, a preço de falsidade, a preço de mentiras.
A preço do, já comum, autoengano.

Faça o que lhe está pendente.
Embora não fique com a preocupação constante.
Tente resolver problemas acumulados.
Tente conversar. Tente amar. Tente viver, não apenas sobreviver. 

Confusão

                        Quando você fala, é como se eu realmente ouvisse sua voz. Como se eu pudesse, realmente, olhar teu olhar profundo. É como se só pudesse vê-lo. Ainda não entendo como suas feições podem ser tão secretas e tão desejadas. Como um quebra-cabeça... É tão estranha a sua forma de me confundir sem nem querer. Sem nem saber. Talvez, eu finalmente consiga te amar como eu quero, como deveria ser certo, mas, por que, afinal, depois parece tão errado?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Momentos - Modelo Estúpido

                            Todos vivemos momentos... Algumas vezes acordamos felizes por estarmos vivos. 
              Sorrimos ouvindo uma música sem nem mesmo prestar atenção em sua letra. 
              Sorrimos por estar com algumas pessoas. 
              Sorrimos por ver a luz do sol, o brilho da lua ou até mesmo por contar estrelas. 
              Sorrimos infinitamente sem mesmo prestar atenção que estamos sorrindo.
              Sorrimos escrevendo coisas, lembrando de momentos... 
Noutras vezes, ficamos tão tristes que:
              Só queremos paz.
              Queremos alguém que nos faça sorrir.
              Queremos um abraço que nos conforte.
              Choramos escrevendo coisas que nos machucaram
              Choramos lembrando de pessoas que se foram e em algum dia nos pregaram algum sentimento.
              Choramos de saudade. 
Então queremos algo para nos fazer feliz, sentimos saudade de ser feliz, sentimos saudade dos bons momentos. Nem mesmo bons pensamentos, bons textos, bons sentimentos nos fazem melhor, muitas vezes nem mesmo aquele velho sorriso nos faz sorrir e então até o canto de nossas bocas é difícil de subir. Fica difícil de sorrir. Fica difícil fingirmos que estamos bem quando não estamos.

A rosa - Modelo Estúpido

Ela podia até não ser a mais bonita, mais graciosa ou mais viva, porém ela merecia ter as mesmas chances que todas as outras e diferentemente das outras ela era a única que ainda tinha suas pétalas recolhidas. Já as outras tinham as mesmas esparramadas.

Rascunhos /3 - Modelo Estúpido

                       Eu posso chorar minha tristeza silenciosamente, mas minha alegria, definitivamente é impossível não rir histéricamente a minha felicidade.

Colas - Modelo Estúpido

                   De qualquer forma a vida não seria melhor se fosse mais fácil, afinal tocar uma partitura com o nome de todas as notas não é o mesmo que interpretar cada uma por si só, nem sempre a facilidade é o melhor caminho; talvez a dedicação seja e para haver dedicação há de haver amor.

Percepção - Modelo Estúpido

                    Dois anos... Dois anos passaram tão rápido quanto dois segundos. Dois segundos pareceram tudo, quando eu achava que seriam nada. Minhas poucas horas naquele lugar - aquele que sempre fora o meu maior sonho - tinham sido as melhores de todos os dias. E sempre que eu acordava o tinha comigo, era mais como ter do que pertencer. Os erros me consumiam - não como uma fogueira, mas como leves faíscas - enquanto eu tinha um leve reflexo do tempo, mas não o via passar. Podia até não ser o lugar mais satisfatório do mundo, mas tinha toda a capacidade de quitar todas as minhas necessidades. Lá, por algum motivo, o céu parecia o mais azul, o sol o mais brilhante, a água a mais pura e o ar o mais limpo. Lá, por algum motivo, a lua parecia maior, as estrelas as mais vivas, os pássaros os mais inspirados. E então, eu passava horas e horas na minha janela, apreciando aquela vista linda, aquela vista na verdade mágica, o vento tocava de leve o meu rosto e meus cabelos brincavam com ele. No começo de tudo aquilo me parecia desesperador, me parecia alarmante, me parecia horror, mas aos poucos me deixei cativar por si. Agora, sentia que pertencia e não que tinha...antes eu queria não ter só aquilo, mas agora eu queria pertencer infinitamente àquele lugar que é tudo. E então aos meus olhos aquilo parecia o paraíso, mesmo que as histórias tenham terminado com aquele fundo, elas continuavam, mas com outras últimas paisagens. Daquele espaço só me restavam sorrisos. Só me restava a lembrança de felicidade.

Saudade - Modelo Estúpido

                         Foi difícil ver tudo passar tão depressa por meus olhos, sabendo que aquele pedacinho de realidade - que mais parecia um sonho - acabara tão depressa e sem mais nem menos. Saber que, infelizmente, havia acordado do que mais desejara sonhar antes de dormir, que meu sonho jamais seria o mesmo, quem dirá minha realidade. Cada segundo lá, mais parecia décimos de milésimos. Cada segundo lá, me fazia querer dormir por mais tempo. E quando acordara, sentia dor e desespero, por saber que, aquilo não passava de sonho. Algumas poucas lágrimas se acumulavam em meus olhos, mas, já me acostumara com sonhos acabados. Já me acostumara a não chorar logo após o sol acordar e logo após abrir forçadamente os olhos. Conseguia entender que não pertencia mais àquele lugar, que aquilo tudo já não era mais meu, e, que apenas sobraram lembranças. Lembranças inesquecíveis.
Agora, a vontade é de voltar, voltar e ficar para sempre. Por que os momentos de dor, lágrimas e desesperança, não significavam nada comparado ao sentimento de felicidade, sorrisos e companheirismo.

Bagunça - Modelo Estúpido

Tudo o que minha mente grita, mas, eu não sei dizer, é tudo o que você quer ouvir; é tudo o que você quer sentir. Tudo o que minha mente grita é a confusão. Um turbilhão. Tudo o que minha mente grita, eu já não aguento mais. Palavras planejadas que não saem da minha boca. Portanto, em vão.

Estações - Modelo Estúpido

Estes olhos eram os mais sinceros, vívidos e compreensíveis.
Aqueles olhos eram os mais curiosos e interessados.
Os que sobraram eram os mais aventureiros, apaixonados e poéticos.

Metrô - Modelo Estúpido

Não consigo esquecer. Talvez o destino me levasse àquele lugar, porque era onde deveria estar naquele momento. Talvez o destino o levasse àquele lugar, porque era onde deveria estar naquele momento. Impossível não notar algumas pessoas. Impossível não o notar... E seus olhos, não poderia passar tanto sem os olhar.
Se você fosse um íncubo, não me importaria de dar-te alguns dias da minha vida. Não para que você não ficasse mal.

domingo, 22 de maio de 2011

O número da poltrona: não lembro. Ao menos, não agora.

                    Eu estava bem cansada depois da viagem. O tempo estava nublado, mas não era algo que me impediria de viajar novamente. Entrei na estação, estava bem lotada e era enorme! Aos poucos, o tempo passava. E logo entrei no ônibus. Três passagens para duas poltronas. Escolhi ficar separada dos outros. Mas ninguém merece viajar em corredor. Ninguém. Porém, na passagem minha poltrona seria a do corredor. A expectativa era imensa, não fazia a mínima ideia de quem viajaria ao meu lado... Respirei aliviada quando o ônibus começou a andar e sentei na poltrona da janela. Porém, pouco tempo depois, ele - para o meu azar - parou. Aquela típica coisa de filme e quando ele entrou e me viu lá... Tinha a certeza de que era o "comprador" do bilhete. Seu sorriso e seu olhar de perdão diziam tudo, mas meu sorriso foi tão sincero quanto o dele ao agradecer por seu lamento e lhe dar boas vindas. Seu cheiro de ferrugem fez meu nariz ficar incomodado, mas não conseguimos ser totalmente satisfeitos.  

Dúvida

Sabe, não faço a mínima ideia do que escrever, mas estou sentindo falta de escrever aqui...

Ela: Cansei.
Ele: Você não sabe que eu te amo, sua boba?
Ela:  Mas você não me ama o suficiente.
Ele: Não, mas amo muito mais que o suficiente.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Por que você fez uma besteira desse tipo?

Besteira de que tipo?

Por que você quer que alguém goste de você pelo seu físico? A garota que importar-se mais com seu físico que com seu psicológico, não sabe o que está perdendo. Sua presença é suficiente. Você tem olhos lindos, mãos confortantes, uma boca linda, seu sorriso é bonito... Você não tem medo de chorar na frente de uma menina, embora, lhe pareça algo constrangedor. Quem você está tentando agradar? Que coisa!

É a você que eu tento agradar. Só a você. Será que não te foi perceptível? 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Foi suficiente para me magoar.

                       Você não saberá o que é raiva até fazer o suficiente para sentir uma bala atravessar seu peito ao olhar nos olhos de uma mulher machucada. Saiba que quando acontecer, algo de muito errado você fez. Algo quase imperdoável. Mas para a sua sorte, quase é um quase. Ela dirá que o perdoou, mas haverá aquela pontada de ressentimento em sua mente frágil.

Esquece...

Você só aprenderá a amar quando souber que perdeu.
Verá quanto amor era mantido em segredo, simplesmente, pela presença constante.
Mas quando sua indecisão for 25% existente, e você correr atrás, eu já não te quererei mais.

domingo, 15 de maio de 2011

Será?

                              As dúvidas são constantes, pelo menos, agora. Depois de apanhar algumas vezes da vida, do amor e da ilusão, você aprende a se perguntar se é verdade. Nem sempre você consegue vencê-los, mas ao menos, algumas vezes, você tenta.
                                  Cansei de pular de cabeça e cair de costas num amor. Cansei se me jogar sem pensar. Cansa, e muito. Mas amar é uma coisa efêmera. É bom. É gratificante. Porém, existem consequências. Sinto tanta falta da conseqüência. A falta é uma consequência. A dor também. E eu que já pedi tanto alguém como você, mas quando talvez tenho, é complicado amar. 
                              Na verdade, o amor é complicado. Parece que a confusão mental de todos os dias já não são suficientes. Às vezes, mais uma é indiferente, porém, tratando-se do amor, aí é outra coisa... Com algumas orações, eu entendo porque as pessoas não entendem algumas indiretas. Não é nem "não entender", é "não saber se o que foi entendido está certo, ou, foi mais uma interpretação errada". 
                                 Ainda assim, se eu, algum dia, tiver a certeza de que seu amor é sincero, eu te farei feliz com prazer, mas não te farei feliz falsamente. Te farei feliz por te amar, por te amar mesmo e muito. E quando houver algum motivo, que faça algo dar errado, o amor será o mesmo, talvez mais forte... Você terá um ombro, você terá alguém que te escute e que tente te entender. Chega de terminar relações e tratar pessoas que te deram razões para viver, que te deram momentos maravilhosos, como se fossem desconhecidas. Chega da falsidade. Chega. Amor sincero, é do que precisamos. 
                                       

sábado, 14 de maio de 2011

Ai, ai.

Estou esperando a prova da OBI começar. E a espera é interminável. Ainda assim, consigo pensar, mas só em você.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Adianta?

    Parece não adiantar.
                 A palavra "esquecer" parece não servir. O problema é que quando eu esqueço, você começa a sentir o que já foi esquecido por mim. Voz ativa e passiva, sim.
                 Por quê?
                      Por que pareço te amar?
                            Por que você parece dar a mínima?
                O que resta é tentar te tirar da cabeça, mas quanto tempo será preciso? Perder a sua lembrança, me valorizar, ser livre para amar. Quem dera fosse tão fácil voltar ao zero... ter uma oportunidade sem interferências... Quem dera fosse fácil te deixar ir dos meus pensamentos, quando você tem a chave para a fechadura que os liberta.

Será verdade?

Caminhei na chuva. Caminhei por você. Me perfumei para você. Ainda suspeito da verdade nos sentimentos confusos, mas agora eu tenho uma certeza: um dia sem você é uma eternidade. Seu sorriso. Seu silêncio. Sua voz. Suas mãos. Me fazem enlouquecer. Por enquanto.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Fotografias

É sempre assim? As lentes fotografam, sejam as mentais, ou, as das câmeras. E aquela pequena lembrança volta tudo o que já aconteceu. O cheiro;  as sensações; as opiniões; as dores. O coração bate, bate forte. Bate forte querendo voltar ou esquecer. Querendo ser amado e ser indiferente. Querendo sentir. Os olhos brilham lembrando. E as palavras não saem. Ficam presas na garganta reprimida. 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Lembrando do que já passou.

Sabe quando o coração fica pequeno e uma dor enorme afeta sua cabeça?
Sabe quando você só quer alguém que lhe faça companhia, sem precisar de palavras, só para saber que há alguém ao seu lado?
Sabe quando você acha que o tempo gasto foi em vão?
Sabe quando a noite parece mais comprida, só por sua tremenda vontade de fazê-la ir embora?
Sabe quando você não quer dormir, não quer pensar, não quer fazer nada, só desligar-se do mundo?
Sabe quando nada, mas nada, mas nada resolve seu problema?
Sabe quando o vento frio entra pela janela tornando a situação ainda pior?
Sabe quando você tem a certeza de que se alguém, por um acaso, olhasse-te nos olhos, diria que havia algo de errado?
Sabe quando todas as lembranças possíveis voltam à sua mente?
Sabe quando nada mais importa, quando você cansa, quando você sabe que ama infinitamente alguém que não tem, mas teve algum dia?
Sabe quando você se culpa e é realmente o culpado por fazer promessas não cumpridas?
Sabe quando você só deseja voltar no que já foi passado, só quer esquecer o presente e mergulhar na própria angústia; sentir aquela pessoa que ama como um todo, ver sua metade tão próximo a ponto de desfalecer?
É... Assim que estou me sentindo agora.

domingo, 24 de abril de 2011

Dar tempo à vida.

                               Eu gosto de ser quem eu sou. Gosto de deixar a vida fluir e esquecer de tudo, apenas dar tempo ao tempo. 
                               Ele é o remédio dos corações partidos e das mentes apaixonadas, sendo assim, aquele que deixa boas lembranças nas partes mais sombrias da memória, que desmente falsas verdades e nos faz emergir de nossas próprias derrotas e armadilhas. É o tipo que não teme por não poder, que tempo não passaria por medo? O tempo só passa, passa sem graça, passa e nos faz aprendizes de nossos próprios erros, e mortos somente por tê-lo; porém, em sua aplitude, nos faz olheiros sem referenciais, portanto, nos faz perdidos e perdedores. Perdedores por não notar sua velocidade; nos faz tontos e cegos, e ainda assim, continua a passar desapercebido pelos traços jovens e novatos. 
                                Nos deixa bêbados. É como uma droga. Nos submete de maneira tão caótica a cada segundo, que nos faz verdadeiros loucos. Nos faz amantes; nos faz errados; nos faz arrogantes e angustiados. E a medida que ele passa nos faz traidores, portanto, traídos. Nos faz boicotar nossa felicidade e violar nossa intimidade. Nos faz merecedores da realidade e sofredores por saudade. Nos faz cheios de curiosidades, tão irreversível quanto as escolhas que ele nos faz fazer.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Aquecimento Global

Eu preciso fazer um resumo sobre a Primeira Guerra Mundial, mas ainda acho vir aqui mais importante. 




Claro, todos têm opiniões. Eu, por exemplo, acredito sim no Aquecimento Global, no que eu não acredito e acho estúpido é que digam que o mundo vai acabar devido a ele. O mundo vai acabar sim, mas o principal motivo é a ignorância humana. Se as pessoas não fossem ignorantes ao ponto da privação de conhecimento, talvez, o mundo fosse melhor. Se as pessoas pensassem o suficiente antes das ações, talvez, o mundo fosse melhor. Ainda assim, um talvez é apenas um talvez e não é um fato certo, é uma suposição.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Perdida.

Terça-feira, nem acredito que já estamos no dia cinco de Abril... O tempo passa tão rápido e não parece ser tão proveitoso como poderia... Várias ideias escapam pelos espaços vazios da mente...

quarta-feira, 30 de março de 2011

Coisas Básicas

                         Hoje fui ao supermercado, comprei coisas básicas, coisas necessárias, coisas que me dariam a completa razão se eu por acaso usasse o caixa rápido. Então, depois de anos nas prateleiras, procurando tudo e achando nada(menos)25%, dirijo-me ao caixa, sem contar que eu estava sedenta e continuaria depois de andar entre caixinhas, ovos da páscoa, legumes, verduras, frutas... Por quê? Porque não importou o quanto eu procurei, definitivamente, não consegui achar uma garrafa de água, fosse com gás ou sem. Finalmente eu vou ao caixa pagar e finalmente eu acho uma garrafa de água, quer dizer, minha mãe acha uma garrafa de água. Colocamos as compras na esteira em seguida ouvia-se: bit, bit, bit. Não estava importando-me até que vi o total: Quase R$400,00. Fiquei indignada. Até porque estava vendo o jornal e o IPI (e o preço de tudo, inclusive, o preço da vida) aumentou. O problema nisso? Além da distribuição de renda brasileira ser péssima, o básico do básico é quase impossível ser bancado. Outro problema? Além do ganho ser baixo para pelo menos 50% da população, conta-se também que muitos são da classe F (menor que R$200 mensais). Então, o governo brasileiro não nos quer fazendo compras fora do país, agora, além da privação de várias coisas, o preço é 3x 4x maior. É impossível. E outro problema muito pior? Várias pessoas têm quase a metade ou a metade do salário tirado e isso vai diretamente para o governo brasileiro que deveria investir em educação, moradia, saúde... Mas não é investido (não que NÃO seja investido, mas é pouco, é insuficiente), ou seja, o governo brasileiro é rico, mas o que falta é interesse, iniciativa, luta, verdade. Outro problema também ruim? Além da educação não ser valorizada como um todo, os estudantes não valorizam, principalmente, os de classe média-alta e alta. Por quê? Repetiu, papai paga no próximo ano; Ignorância; Fazem provas colando, privando-se de inteligência. Uma prova não é feita para passar e sim para que você saiba qual é o conhecimento que você tem. Isso é uma puta falta de respeito e não é com outros, é consigo mesmo. Isso lhe prova que você está novamente preso ao mundo de mentiras, lhe diz que você tem a incapacidade e a incompetência que não deveria existir - nesse aspecto - em sua mente.

Obs:. Não sou um matemático, mas tenho plena certeza que meus cálculos estão quase certos (mas as porcentagens, não.) e as afirmações feitas são verdade. Sem esquecer das exceções, mas nem sempre a existência delas quer dizer que você seja uma exceção. Consciência. ;*

segunda-feira, 28 de março de 2011

Tédio

Hoje meu dia foi muito tedioso, portanto, cansativo. 
Um segundo já é suficiente, cometem-se erros enormes no intervalo de um segundo. Lembre-se: Todos merecem uma segunda chance. 

domingo, 27 de março de 2011

Perguntas sem respostas.

Eu estou, sinceramente, virando mestra em gostar de pessoas das quais pouco sei. Sendo assim, incontáveis as vezes em que atormento meu próprio pensamento. Sendo assim, eu a pessoa mais inconstante que conheço. Indo assim, minha paixão retardando aos poucos. E ainda assim, continuo me perguntando o motivo do meu escolhido ser você.  

sábado, 26 de março de 2011

Costas

Só quero alertar sobre em quem você escolhe confiar. São aqueles que pensam: Pelo menos, ele não pode me escutar 24h/dia, assim, eu posso apunhalá-lo pelas costas o quanto quiser.

terça-feira, 22 de março de 2011

Aviso

Como sempre, esqueço de várias coisas. Pelo menos eu tenho uma desculpa plausível: nas semanas normais, eu mal tenho tempo para tudo, semana de prova é mais complicado ainda. Assim que terminar - semana que vem - tentarei voltar a postar todos os dias.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Esquecendo como pedalar.

                    Uma coisa muito comum é ouvir "quem aprende a andar de bicicleta, nunca mais esquece", o pior é nascer sabendo e esquecer uma coisa que nunca esquece-se. Poucas pessoas já experimentaram a sensação de esquecer de fazê-lo. Então, brincaremos de o que é, o que é:

                   Desconheço alguém que nunca tenha achado que já amou alguém, que tenha amado de verdade, que tenha amado muito mais que o possível. Já permiti-me tal proeza...
                   Sequer lembro o dia do ocorrido, quanto mais ainda sinto a mesma coisa pela pessoa. O que vale é o texto mesmo. 


 (Algum dia qualquer, alguns muitos anos atrás.)

               Minhas mãos estavam geladas, embora fosse aula de português - só para enfatizar, foi o típico ano em que eu não aprendi quase nada nessa matéria - eu não prestava atenção em uma só palavra, ocupava-me com outras coisas, talvez, ouvia outras pessoas... A luz solar batia na janela e fazia doer meus olhos, em meio à resquícios e ondulações das letras do professor, meu pensamento contorcia-se. Há algum tempo supunha que amava, que amava muito, amava impossível e possessivamente. De que valeriam declarações e poesias, de que valeriam sorrisos e poucas verdades, de que valeriam falsidades num intervalo tão curto de tempo? De qualquer forma, como eu não prestava mesmo atenção na aula, prestava atenção ao que acontecia, prestava atenção na infantilidade de sexto ano dos meus colegas de turma. Então, assim, sem mais nem menos, aquele que eu, ingênua e platonicamente, "amava" surge em meio ao meu mundo mesquinho de falsas verdades. E foi ali que eu aprendi que eu poderia, sim, esquecer como respirar, esquecer de enviar sinais para meu coração dolorido bater, esquecer de tudo, esquecer do mundo só para ter alguém.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Olhar Sincero

                 Por que tu foges do meu olhar?
                 Porque eu tenho medo. 
                 Medo?
                 Sim, medo.
                 O que te amedronta em meu olhar?
                 Ver tudo o que eu quero e não me sentir satisfeita, ver tudo o que eu preciso e não parecer suficiente, conhecer sua verdadeira alma, tenho medo da exposição e da confiança que me permite. Tenho medo... eu tenho medo de ver outra realidade diferente da que eu conheço em ti.
                 Mesmo assim, podemos trocar um?
                       levantei meu rosto e o olhei, olho ao olho e ninguém jamais saberá o tamanho da dor que senti, ninguém jamais saberá quão duro foi enxergar tudo, ninguém jamais saberá quão duro foi perdê-lo.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dores

Quem nunca sentiu saudade?
Quem nunca amou de verdade?



Já consumi todo o meu pensamento com a prova de biologia que tenho amanhã.

terça-feira, 15 de março de 2011

Tempo.

Tenho tentado achar algum tempo em minha agenda lotada, não só para fazer o que eu quero, mas para pensar, para escrever um e-mail verdadeiro - coisa que não costumo fazer -, para ligar e passar horas ao telefone, para pedir as mais sinceras e rápidas desculpas, para ensinar, para aprender. 
Tenho tentado achar algum tempo para melhorar o que sou, para ver meu erros, para pensar antes de falar. Textos podem ser publicados, lidos e consertados, porém, nem sempre um estrago feito é um estrago reparado, quase nunca, porque mesmo que muitos digam "Passado é passado", o passado não é esquecido. E sabe por quê? Porque confiança não é algo que se deposita em qualquer um, confiança requer tempo e tempo é o que nos falta. Porém, como já é clichê, o tempo não para.



Minha indicação de música: Paciência - Lenine